quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Quem manda?

Quem manda na minha cabeça? Quem manda nos meus pensamentos? Nos meus sentimentos, quem manda? Quero saber. Não sou eu. Não sou eu que penso, sinto. Não sou. Quem manda? Dê uma ordem para eu ser feliz. Tira estes pensamentos, sentimentos de dentro de mim.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

difícil...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Descobrir, transformar, viver

Decobrir a vida de forma diferente a cada dia. Transformar a descoberta em uma mudança interior. Viver esta mudança, modificando hábitos e atitudes, gerando conversão. Objetivo de vida. Caminho a percorrer.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Feliz Natal!

O Emanuel - Deus conosco - veio para todos e para cada um de nós.
Ele quer contar contigo da mesma forma como contou com José e Maria.
Feliz Natal!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Playing for Change

A música abaixo faz parte de um projeto Internacional (ONG), cujo nome é Playing for Change (Tocando por Mudança). A cada ano, o projeto envolve músicos de todas as partes do mundo e cria um CD que é vendido e o dinheiro usado para construir escolas de música em país empobreza extrema em parceria com outras ONGs que ajudam com alimentação, educação e saúde.
http://www.youtube.com/embed/XMkaBN3x5AM

Espiritualidade e religião

Espiritualidade e religião se complementam mas não se confundem. A espiritualidade existe desde que o ser humano irrompeu na terra, há mais de 200 anos. As religiões são recentes, não ultrapassam 8 mil anos de existência. A religião é a institucionalização da espiritualidade, assim como a família é do amor. Há relações amorosas sem se constituírem em família. Do mesmo modo, há quem cultive sua espiritualidade sem se identificar com uma religião. Há inclusive espiritualidade institucionalizada sem ser religião, como é o caso do budismo, uma filosofia de vida
As religiões, em principio, deveriam ser fontes e expressões de espiritualidades, nem sempre isto ocorre. Em geral, a religião se apresenta como um catálogo de regras, crenças e proibições, enquanto a espiritualidade é livre e criativa. Na religião, predomina a voz exterior, da autoridade religiosa. Na espiritualidade, a voz interior, o ´´toque´´ divino.
A religião culpabiliza; a espiritualidade induz a aprender com o erro. A religião ameaça; a espiritualidade encoraja. A religião reforça o medo; a espiritualidade, a confiança. A religião traz respostas; a espiritualidade suscita perguntas. As religiões são causa de divisões e guerras; as espiritualidades, de aproximação e respeito. Na religião se crê; na espiritualidade se vivencia. A religião nutre o ego, pois uma se considera melhor que a outra. A espiritualidade transcende o ego e valoriza todas as religiões que promovem a vida e o bem.
A religião provoca devoção; a espiritualidade, meditação. A religião promete a vida eterna; a espiritualidade a antecipa. Na religião, Deus, por vezes, é apenas um conceito; na espiritualidade uma experiência inefável.
Há fiéis que fazem de sua religião um fim e se dedicam de corpo e alma a ela. Ora, toda religião, como sugere a etimologia da palavra (religar), é um meio para amar o próximo, a natureza e a Deus. Uma religião que não suscita amorosidade, compaixão, cuidado do meio ambiente e alegria, serve para ser lançada ao fogo. É como flor de plástico, linda, mas sem vida.
Há que tomar cuidado para não jogar fora a criança com a água da bacia. O desafio é reduzir a distancia entre religião e espiritualidade, e precaver – se para não abraçar uma religião vazia de espiritualidade nem uma espiritualidade solipsista, indiferente à religião.
Há que fazer das religiões fontes de espiritualidade, de pratica do amor e da justiça, de compaixão e serviço. Jesus é o exemplo de quem rompe com a religião esclerosada de seu tempo, e vivencia e anuncia uma nova espiritualidade, alimentada na vida comunitária, centrada na atitude amorosa, na intimidade com Deus, não justiça dos pobres, no perdão. Dessa espiritualidade resultou o cristianismo.
Há teólogos que defendem que o cristianismo deveria ser um movimento de seguidores de Jesus, e não uma religião tão hierarquizada e cuja estrutura de poder suga parte considerável de sua energia espiritual. O fiel que pratica todos os ritos de sua religião acata os mandamentos e paga o dizimo, e, no entanto, é intolerante com quem não pensa ou crê como ele, pode ser um ótimo religioso, mas carece de espiritualidade. É como uma família desprovida de amor. O apóstolo Paulo descreve magistralmente o que é espiritualidade no capitulo 13 da primeira carta aos coríntios. E Jesus a exemplifica na parábola do bom samaritano (Lucas 10. 25-37), e faz uma critica mordaz à religião em Mateus 23.

Texto de Frei Beto, publicado no jornal Estado de Minas. 07/12/2011

domingo, 6 de novembro de 2011

Amar

Amar
difícil,
mas preciso

Amar
para ser feliz

Amar
para ter paz

Amar
para ser uma pessoa melhor

Amar
simplesmente amar.