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domingo, 18 de maio de 2025
Filmes que assisti em 2025
quarta-feira, 16 de abril de 2025
Oração à São Jorge
São Jorge,
minha maior baralha hoje tem sido contra mim mesma. Minha mente não descansa. Meu coração está inquieto e meus pensamentos me atormentam. Hoje peço sua ajuda para encontrar paz.
Acalma meu espírito, fortalece meu coração e me ajude a lutar contra as sombras dentro de mim. Que eu encontre descanso e equilíbrio, confiando em Deus. Amém!!!
quinta-feira, 10 de abril de 2025
O dilema do burro de Buridan
𝐑𝐞𝐟𝐥𝐞𝐱𝐚̃𝐨 🤔❓: "𝐎 𝐃𝐢𝐥𝐞𝐦𝐚 𝐝𝐨 𝐛𝐮𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐁𝐮𝐫𝐢𝐝𝐚𝐧."
Um burro faminto e com sede encontra-se no dilema mais absurdo da sua vida. De um lado, um monte de feno dourado e tentador. Do outro, um balde cheio de água fresca. O pobre animal está exatamente no meio do caminho entre os dois, incapaz de decidir o que precisa mais. Seu estômago ruge, sua garganta está seca e sua mente... Bem, a mente dele está completamente bloqueada.
Esta cena, aparentemente cômica, esconde uma profunda reflexão filosófica que vem intrigando pensadores durante séculos.
A cena conhecida como "𝑩𝒖𝒓𝒓𝒐 𝒅𝒆 𝑩𝒖𝒓𝒊𝒅𝒂𝒏" não faz menção apenas um animal indeciso, é um símbolo de como a racionalidade excessiva pode nos levar à inação total.
Aqui está a armadilha: o burro, na ânsia de tomar a decisão "𝒑𝒆𝒓𝒇𝒆𝒊𝒕𝒂", acaba não tomando nenhuma. Sua lógica impecável torna-se sua perdição. Enquanto debate internamente os méritos do feno contra água, o tempo passa inexoravelmente. E o resultado é tão trágico quanto absurdo: o burro morre de fome e sede, rodeado de tudo o que precisa para sobreviver.
Mas antes de rir desse burro filosófico, pergunte a si mesmo: 𝐐𝐮𝐚𝐧𝐭𝐚𝐬 𝐯𝐞𝐳𝐞𝐬 𝐯𝐨𝐜𝐞̂ 𝐬𝐞 𝐞𝐧𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐨𝐮 𝐞𝐦 𝐮𝐦𝐚 𝐬𝐢𝐭𝐮𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐬𝐞𝐦𝐞𝐥𝐡𝐚𝐧𝐭𝐞? Talvez não entre feno e água, mas entre dois trabalhos, duas casas, ou entre duas coisas quaisquer. A indecisão, alimentada pelo medo de errar, pode nos paralisar tanto quanto nosso amigo de quatro patas.
A moral é clara e forte: a vida não espera que tomemos a decisão perfeita. Às vezes, qualquer decisão é melhor do que nenhuma. Não deixe sua vida se tornar uma versão humana do dilema do "𝑩𝒖𝒓𝒓𝒐 𝒅𝒆 𝑩𝒖𝒓𝒊𝒅𝒂𝒏". Lembre-se, enquanto você duvida, o feno apodrece e a água evapora.
Então, da próxima vez que estiver preso entre duas opções, pense no nosso amigo burro. Tome uma decisão, dê um passo em frente.
✍𝑨𝒖𝒕𝒐𝒓 𝑫𝒆𝒔𝒄𝒐𝒏𝒉𝒆𝒄𝒊𝒅𝒐.
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“Livraria Barquinho, navegando no conhecimento” ⛵️🌊
segunda-feira, 31 de março de 2025
Traumas
Traumas físicos, emocionais, espirituais.
Qual é o pior?
Qual dói mais?
Qual é o mais fácil de superar?
Quantos tramas carregamos?
Traumas que sabemos
e os que nem imaginamos.
Traumas que nos fazem
chorar, brigar,
xingar,
desistir, exigir
o que não é necessário,
o que não precisamos,
o que não deveríamos.
Traumas, traumas...
Como curá-los?
Como nos livrar deles?
Terapia, direção espiritual,
conversas informais, orações...
O que funciona?
Não sei.
Só sei que vamos nos machucando e machucando quem está ao
nosso redor.
E você, sabe?
terça-feira, 11 de março de 2025
Pé de carambola
Nunca tinha visto pé de carambola e você?
Carambola é uma fruta que tem vários benefícios, mas não pode ser consumida por quem tem problemas renais.
Pode ser consumida ao natural ou em saladas, doces e sucos.
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segunda-feira, 10 de março de 2025
São José
Você é devoto de São José? Eu sou.
A menção mais antiga sobre o culto a São José, no Ocidente, deu-se por volta do ano 800, no norte da França. No dia 19 de março, lê-se: “Ioseph sponsus Mariae”. A referência a José, esposo de Maria, tornou-se cada vez mais frequente entre os séculos IX e XIV. No século XII, os Cruzados construíram uma igreja em sua honra, em Nazaré. No entanto, no século XV, o culto a São José começou a se difundir graças a São Bernardino de Sena e, sobretudo, a João Gerson (+1420), chanceler da basílica de “Notre Dame” de Paris: ele manteve o desejo de dedicar, de modo oficial, uma festa a São José. Todavia, já havia algumas celebrações, em Milão, junto aos Agostinianos, e em muitos lugares da Alemanha. Entretanto, a partir de 1480, com a aprovação do Papa Sisto IV, começou-se a celebrar a sua festa em 19 de março, que, depois, passou a ser obrigatória, em 1621, com o Papa Gregório XV. O Papa Pio IX, em 1870, declarou São José padroeiro da Igreja Católica. Por sua vez, João XXIII, em 1962, inseriu seu nome no Cânon Romano da Santa Missa. Enfim, o Papa Francisco aprovou sete novas invocações na Ladainha de São José: Guardião do Redentor, Servo de Cristo, Ministro da salvação, Amparo nas dificuldades, Patrono dos exilados, Patrono dos aflitos, Patrono dos pobres.
"Jacó gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo. Eis como nasceu Jesus Cristo: Maria, sua mãe, estava desposada com José. Antes de coabitarem, aconteceu que ela concebeu por virtude do Espírito Santo. José, seu esposo, que era homem de bem, não querendo difamá-la, resolveu rejeitá-la secretamente. Enquanto assim pensava, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos e lhe disse: “José, filho de Davi, não temas receber Maria por esposa, pois o que nela foi concebido vem do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo de seus pecados”. Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado” (Mt 1,16,18-21,24). A liturgia também propõe Lc 2,14-21).
Pai amado
José pôs-se a serviço do plano de salvação, cuidando da Sagrada Família, que Deus lhe confiou: foi um servo atencioso no momento da Anunciação; um servo prudente ao cuidar de Maria e do Menino, que carregava no seu seio; defensor da Família no momento de perigo. Estes são apenas alguns aspectos da figura de São José, que explicam por que o povo santo o venera com particular devoção.
Pai na ternura
José ensinou Jesus a andar, segurando-o pela mão. Jesus viu a ternura de Deus em José, homem justo. Em José, Jesus viu um homem de fé, que sabia encarar a vida com esperança, porque, em meio às tempestades, Deus permanece firme no leme do barco da vida.
Pai na obediência
O desígnio de Deus foi revelado a José em sonhos e a sua resposta sempre foi pronta: no momento da Anunciação do Senhor; quando Herodes queria matar o Menino; após a morte de Herodes. José era guiado por Deus e obedecia. Jesus respirou esta "submissão" filial a Deus e aprendeu a obedecer a seus pais.
Pai no acolhimento
A figura de José é apresentada como um homem respeitoso, delicado, capaz de colocar a dignidade e a vida de Maria acima de tudo, até mesmo da sua reputação. José aceita tudo, ciente de que é guiado pela providência de Deus; entende que a vida se revela na medida em que acolhe o plano de Deus e se reconcilia com seus desígnios. Eis o realismo cristão: acolher em Deus a própria história, para acolher o próximo.
Pai na coragem criativa
Diante das dificuldades, José sempre encontrou recursos mais inesperados. Ele é o homem através do qual Deus desenvolve os primórdios da história da salvação; os obstáculos não impedem a audácia e a obstinação deste homem, justo e sábio. Deus confia neste homem, como confiou em Maria. Por isso, ele foi o Custódio da Sagrada Família: a de Nazaré e a de hoje, que é a Igreja.
Pai trabalhador
O trabalho, entendido como participação na obra de Deus, foi desempenhado por José na sua vida e o ensinou ao seu filho Jesus: a importância do trabalho é a origem de uma nova "normalidade", da qual ninguém está excluído. A obra de São José recorda que o próprio Deus, feito o homem, não deixou de trabalhar, pois o trabalho é a garantia da dignidade humana.
Pai na sombra
Ser pai significa preparar o Filho às experiências da vida, à realidade, sem o prender, deter, tomar posse dele, mas fazer com que ele seja capaz de fazer suas escolhas, ser livre e poder partir. A lógica do amor é sempre a lógica da liberdade: a alegria de José é doar-se. Ele se tornou inútil e viveu na sombra, para que seu Filho pudesse emergir.
(cf. citações extraídas da Carta Apostólica “Patris Corde” do Papa Francisco
Repost: Site do Vaticano acessado em 10/03/2025.
Devoção à São José
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100 Medalhas - Medalha de São José: Proteção e Devoção em Chapa Resinada para Artigos Religiosos












